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Um atalho virtual para o reencontro
O publicitário santista Stylianos Mandis Junior, de 35 anos, é uma espécie de anjo da guarda da internet.
Criador do maior cadastro eletrônico de desaparecidos do país, ele tem sob seus cuidados o perfil de 26.017 brasileiros. Nele constam o nome, características físicas e onde cada um dos desaparecidos foi visto pela última vez.
O site Desapareceu.org, criado voluntariamente por Mandis, já conseguiu reunir centenas de famílias.
“Já conseguimos localizar por meio do site 1.500 pessoas, mas acredito que esse número seja ainda maior já que existem famílias que se encontram e não informam no cadastro. É inspirador. Quero que cada vez mais famílias se reencontrem”, diz ele.
Tudo é feito de forma simples: basta preencher uma ficha com os dados da pessoa desaparecida e deixar um e-mail para contato. O cadastro fica on-line 24 horas e recebe mensagens. As pistas surgem dos internautas, gente que visita o site apenas por curiosidade. Mandis também tem a ajuda de voluntários que dedicam parte de seu tempo à busca de desaparecidos.
Há sete anos, quando criou o site, ele sabia pouco de programação, mas o suficiente para criar um banco de dados público e gratuito de pessoas desaparecidas. Em pouco tempo, ele tinha em suas mãos o maior cadastro desse tipo do país. Foi aí que as histórias de reencontro começaram a surgir.
A brasileira Cleonice da Cunha, de 45 anos, que mora em Nova Jersey, nos Estados Unidos, é um exemplo disso. Ela conseguiu localizar o pai em Rio Grande da Serra, região metropolitana de São Paulo, através do site. Eles não se viam havia 40 anos. O reencontro aconteceu há cinco anos.
“Um pedacinho de mim está completo agora. Tinha um elo perdido na minha vida, que agora eu consegui completar. O Mandis é meu anjo’’, conta, emocionada, Nice.
Fonte: 365 Dias que Acalmaram o Mundo / Revista Época / A Tribuna / SRZD / Ação
Criador do maior cadastro eletrônico de desaparecidos do país, ele tem sob seus cuidados o perfil de 26.017 brasileiros. Nele constam o nome, características físicas e onde cada um dos desaparecidos foi visto pela última vez.
O site Desapareceu.org, criado voluntariamente por Mandis, já conseguiu reunir centenas de famílias.
“Já conseguimos localizar por meio do site 1.500 pessoas, mas acredito que esse número seja ainda maior já que existem famílias que se encontram e não informam no cadastro. É inspirador. Quero que cada vez mais famílias se reencontrem”, diz ele.
Tudo é feito de forma simples: basta preencher uma ficha com os dados da pessoa desaparecida e deixar um e-mail para contato. O cadastro fica on-line 24 horas e recebe mensagens. As pistas surgem dos internautas, gente que visita o site apenas por curiosidade. Mandis também tem a ajuda de voluntários que dedicam parte de seu tempo à busca de desaparecidos.
Há sete anos, quando criou o site, ele sabia pouco de programação, mas o suficiente para criar um banco de dados público e gratuito de pessoas desaparecidas. Em pouco tempo, ele tinha em suas mãos o maior cadastro desse tipo do país. Foi aí que as histórias de reencontro começaram a surgir.
A brasileira Cleonice da Cunha, de 45 anos, que mora em Nova Jersey, nos Estados Unidos, é um exemplo disso. Ela conseguiu localizar o pai em Rio Grande da Serra, região metropolitana de São Paulo, através do site. Eles não se viam havia 40 anos. O reencontro aconteceu há cinco anos.
“Um pedacinho de mim está completo agora. Tinha um elo perdido na minha vida, que agora eu consegui completar. O Mandis é meu anjo’’, conta, emocionada, Nice.
Fonte: 365 Dias que Acalmaram o Mundo / Revista Época / A Tribuna / SRZD / Ação
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